“De manhã chegámos ao armazém e demos pela falta de cerca de 200 sacas de castanha”, disse Élio Vaz, filho do produtor lesado, à VTM.
Élio Vaz garante que a aldeia é pacata e nunca se assistiu a um roubo destes. “A moradias e vivendas sim. A minha casa, por exemplo, já foi assaltada duas vezes”. Quanto ao estado de espírito do pai, Élio diz que “está desolado. Custa-lhe trabalhar o ano todo para depois chegarem aqui e levarem um quinto da produção. Ainda para mais não temos seguro do armazém. Nunca nos passou pela cabeça que algo assim nos fosse acontecer”.
Segundo Élio Vaz, o roubo corresponde a um prejuízo de “cerca de 20 mil euros,
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