É uma luz que se acende ao fundo do túnel de um projeto que tem tido um percurso sinuoso na sua viabilização. Tudo começou em 2005, com os pareceres negativos do Instituto da Água (INAG), da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR) e do Instituto Português do Património Arquitetónico (IPPAR), que referiam que o projeto desrespeitava pressupostos ambientais e de ordenamento do território. Depois da reformulação do projeto e quando parecia estar tudo acordado, surge um novo contratempo com a volumetria do empreendimento. Mais recentemente, o empresário vendeu-o ao grupo CS Saraiva, só que a empresa Douro Azul, de Mário Ferreira, volta a assumir a liderança do projeto, que já foi alvo
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar




