Domingo, 17 de Outubro de 2021

“É pouca, mas é muito boa”

A apanha da castanha está a terminar e os produtores estimam quebras na produção entre os 30 e os 40%. As condições climatéricas, a praga da vespa da galha do castanheiro e a falta de mão-de-obra são apontadas como os principais entraves num ano marcado pela pandemia 

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Sobre a campanha de 2020, os produtores estimam que a quebra na produção ronde entre os 30 e os 40%, mas garantem a qualidade da castanha. “Apesar da produção ser menor, os calibres são muito bons. Há pouca, mas é muito boa, é o que interessa”, referiu Filipe Pereira, da Associação Regional dos Agricultores das Terras de Montenegro, a quem estão associados 600 produtores dos concelhos de Valpaços, Chaves, Murça e Vila Pouca de Aguiar. 

“Tivemos uma quebra em termos de quantidade porque no mês de agosto não choveu, mas em termos dequalidade, estranhamente, aqueles ouriços que se conseguiram aguentar têm uma qualidade espetacular. Tendo em conta o ano, o sabor é, surpreendente adocicado, próprio da

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