É urgente repensar o urgente!

Aquilo que há cerca de 20 anos era considerado urgente, era porque era mesmo! No entanto, com o decorrer dos tempos, o significado desta palavra alterou-se radicalmente, banalizou-se, ao ponto de hoje tudo, ou quase tudo, ser urgente!

Há uns tempos, a ver um programa de televisão sobre portugueses a residir e a trabalhar na Noruega, uma arquitecta dizia que os noruegueses vivem a vida sem pressas, prezam muito o facto de, para além do tempo que dedicam ao trabalho, terem tempo para o lazer e para a família, ou seja para aquilo que também faz parte das nossas vidas, que contribui para a sanidade mental de qualquer pessoa e que, pelos vistos, influencia sobremaneira os níveis de produtividade. E isso a troco de uma coisa muito simples: o planeamento do trabalho. Refira-se, a propósito, que ainda recentemente a revista «Forbes» publicou um ranking de países mais felizes do mundo, que coloca precisamente

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