Cláudio Barros, por exemplo, é enfermeiro há 29 anos na ULS Nordeste. Especializou-se em enfermagem médico-cirúrgica e há sete anos que espera o reconhecimento da categoria. “Estava tudo pronto, mas, de um momento para o outro, a lista de profissionais nessa situação desapareceu. Há um sentimento de injustiça, porque somos reconhecidos pela Ordem dos Enfermeiros, mas não pela ULS”.
Segundo o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), na ULS do Nordeste há “cerca de 40 enfermeiros detentores do título de enfermeiro especialista, atribuído pela ordem, mas que não foi considerado para efeito de transição”.
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