Não é a primeira vez, provavelmente não será a última, que escrevo sobre a inexistência de ilhas temáticas, na sociedade.
Por outras palavras, a noção de que a saúde é tratada nos hospitais, a justiça nos tribunais, a educação nas escolas, a solidariedade pelos lares da misericórdia e a segurança pública pelas diferentes polícias não tem, nos dias de hoje, correspondência com a noção de globalização interna em que vivemos.
A entreajuda institucional, naqueles sectores, com a necessária ingerência das entidades privadas de carácter não lucrativo e do poder local, umas vezes por imposição legal, outras por decorrência natural das funções, não constituem nenhum favor à sociedade, mas uma obrigação de pleno direito que deve ser
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