“Fomos apanhados de surpresa. Já tínhamos aceitado a realidade de que tínhamos que disputar outra vez o campeonato distrital e estava tudo praticamente acertado, a máquina já estava com o carvão todo pronto para começar a viagem pelo distrito”, referiu Paulo Lopes, presidente do Vidago FC, a quem a desistência dos flavienses e o convite da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), via AFVR, caiu que nem uma “bomba”.
Apesar de o “não” ter estado sempre em cima da mesa, por várias razões, o dirigente diz que “dificilmente” o Vidago FC não aceitaria o convite uma vez que esse era o objetivo do clube. “Internamente tínhamos esse sonho e ainda para mais com a reformulação que está a ser feita no Campeonato de Portugal que nos agrada, dificilmente diríamos que não”.
Dado o “sim”, e depois de realizadas muitas reuniões, a estrutura alvinegra tem estado a trabalhar quase “24 sobre 24 horas” para apresentar à FPF toda a documentação legal para formalizar a inscrição do clube no Campeonato de Portugal.
“JOÃO DE OLIVEIRA” SEM AS MEDIDAS CERTAS
Jogar em casa, no Campo João de Oliveira, foi um dos pedidos que o Vidago FC fez chegar à FPF, embora é sabido que o terreno de jogo não tem as medidas legais, desde 2018, aquando da alteração do regulamento relativo às instalações desportivas.
Caso o pedido seja rejeitado, Paulo Lopes garante que a alternativa já existe, embora, enquanto não for oficializada a inscrição, não a queira revelar.
“Se não for aqui, é noutro local. O Vidago FC tem um relacionamento aberto com os outros clubes e já fomos abordados por vários que colocaram à nossa disposição as suas instalações desportivas, o que para nós é visto como um voto de confiança”, revelou, acrescentando que não desiste do sonho de erguer o Complexo
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