Aquela população idosa, apaixonada, obstinada, dramática, vencida mas – sobretudo – estática, já não existe com tanta frequência no Douro. Nem no nosso país.
Temos hoje uma população sénior, maioritariamente pensionista, que consome nos grandes centros e nos centros comerciais, que dinamiza o comércio local, que redistribui (porque tantas vezes tiram do sufoco o orçamento familiar dos filhos e genros), que apoiam os netos nos esforços escolares (quer com dádivas de dinheiro quer com sacrifício de tempo) e que investem! Sim, são eles quem – e regressando a esta terra com o foco deste texto – são eles quem maioritariamente compõem e pedem para compor muros rurais, alçam construções nesses campos, e até ajudam – mais
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