Os sociais-democratas enviaram um comunicado alertando para a necessidade de melhoria desta estrada, realçando que já em 2018 o partido havia chamado à atenção para a “necessidade de uma intervenção de melhoria do acesso, tal era o estado degradado em que a via já se encontrava”.
“O estado lastimável, por um período prolongado, em que se encontra esta ligação rodoviária, além de lesar todos os mondinenses que a utilizam, constitui um péssimo cartão de visita para quem nos visita”, lê-se no documento, onde o presidente do PSD Mondim de Basto, Bruno Ferreira, refere que a melhoria e conservação das acessibilidades municipais “não podem ser excluídas de qualquer estratégia para o turismo e para o desenvolvimento do território”, frisando que “vamos passar mais um verão com o acesso a estas zonas balneares em péssimas condições, uma situação que não dignifica ou valoriza em nada o património natural envolvente”.
Já os socialistas perante esta situação, acusaram o PSD de “omitirem” informação e de estar a usar “jogadas de comunicação”, uma vez que asseguram que o executivo vai avançar com a obra de requalificação.
“O Presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto informou a Assembleia Municipal, em reunião do passado dia 28 de junho, que iria avançar como o procedimento que irá permitir requalificar a estrada municipal que liga aldeia de Bilhó à aldeia de Cavernelhe”, referem, acrescentando que os sociais-democratas “na posse desta informação, decidiu emitir uma nota manifestando preocupação com o estado desta via, omitindo o que lhes foi comunicado. Uma atitude pouca séria, de alguém que já mostrou querer afirmar-se através de jogadas de comunicação”.
Além disso, o PS lança ainda um aviso, salientando que seria “importante” para o partido da oposição explicar o motivo das suas comunicações.
“O PSD tenta agora por via de jogadas de comunicação, associar-se a obras, reconhecidamente necessárias. Seria importante que nas suas comunicações, explicassem porque motivo, mesmo endividando a autarquia da forma que fizeram, não executaram as obras que agora reclamam”, concluem.




