O Governo empenhou-se, a fundo, na promulgação da Lei do Aborto e até fechou os olhos à violação da data de começar o “trabalho” em algumas clínicas, para que algumas mulheres não vissem ultrapassado o limite estipulado – 9 semanas e 6 dias.
Eu, como o Presidente da Região Autónoma da Madeira, também tenho dúvidas, quanto à constitucionalidade da lei, uma vez que viola, pelo menos, um artigo da Constituição da República. A ver vamos no que isto vai dar. No entanto, os abortos vão-se fazendo, dando prioridade à morte sobre a vida. Há listas de espera para operações urgentes de doentes oncológicos que morrem antes de ser intervencionados e morrem em sofrimento físico e
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