A disputa de blocos económicos é uma realidade. Europa, EUA, China, ou mesmo a Rússia, o Brasil ou a Índia concorrem ferozmente entre si, almejando a liderança económica e a primazia mundial, variando apenas no prazo temporal e métodos com que se propõe atingir as suas ambições.
Se globalmente podemos pensar assim, já no que respeita ao bloco a que pertencemos, a Europa, e dentro dela a zona Euro e Portugal, uma análise mais fina é requerida. Esta crise do Euro demonstrou um centralismo e um dirigismo do eixo franco- -alemão que retirou ao nosso país qualquer envolvimento ou influência política sobre qualquer decisão. A única questão que se nos coloca é se ficamos ou
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