A crise financeira que o nosso país atravessa, indubitavelmente aliada a uma crise de governação, tem sido o foco das atenções de todas as previsões para 2011. Sem querer evidenciar qualquer menosprezo pelos que assim se pronunciam, a conclusão de que 2011 será pior, em termos financeiros, do que 2010, é demasiado óbvia. Nada de novo nos é transmitido. Com um orçamento de Estado que prevê o aumento de impostos, o custo maior dos bens essenciais, o exorbitante preço dos combustíveis e os gastos desmesurados do erário público, nada mais poderia ser previsto que não o retrocesso financeiro do nosso país. E, ao contrário do que avançam os nossos governantes, tal retrocesso financeiro não terá,
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