Estudando este princípio, senti-me estimulado a dar-lhe corpo nas ciências económicas. Não só o propósito de interdisciplinaridade que defende o estímulo como também a intuição de que este princípio, devidamente adaptado à Economia, ajudaria a explicar (de um modo inovador) um dos fenómenos mais estudados nas Finanças Públicas – o crescimento real dos gastos públicos na generalidade das Democracias Ocidentais desde o final da II Guerra Mundial.
Na realidade, a despesa pública mais não é do que o gasto que o Estado (visto como um Gestor eleito pelos cidadãos) realiza nos diversos propósitos assumidos pelos mesmos cidadãos. Mas este “Gestor” não é um autómato inocente – é um sistema composto por cidadãos eleitos (“políticos”) que, entre
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