A Assembleia considera a situação “grave”, que merece uma reavaliação e uma ponderação por parte da tutela atendendo, sobretudo, à segurança e higiene dos alunos.
Em comunicado, os deputados referem que a situação tende a “agravar-se mais, na medida em que os funcionários que saem para a reforma não estão a ser substituídos”.
Os deputados querem que o Ministério da Educação “reavalie o rácio de assistentes operacionais” atribuídos, e que considere os três edifícios escolares existentes no Agrupamento. No mesmo documento, os deputados explicam que tendo por base a fórmula da portaria que regulamenta os critérios de afetação do pessoal não docente aos agrupamentos, a Escola Sede, tem apenas 12 (um destes em baixa médica há mais de um ano), quando deveria ter 16 assistentes operacionais.
Na escola secundária aguiarense, em vez de 17 assistentes operacionais, há apenas 13, em que dois se encontram de baixa médica há mais de dois anos). Já em Pedras Salgadas deveriam trabalhar 14 assistentes, estando na realidade a trabalhar apenas dez funcionários, em que um deles está de baixa médica há mais de cinco anos.




