FUTEBOL NACIONAL I LIGA
Os sadinos entraram a pressionar alto e a condicionar as habituais saídas do Chaves para o ataque. No entanto essa entrada não evitou o golo madrugador dos flavienses (10`) por intermédio do seu máximo goleador William que concluiu com êxito uma jogada de grande brilho dos três homens do ataque. Matheus Pereira, regressado após cumprir castigo na ronda anterior, trabalhou bem na direita tirou um belo cruzamento com Davidson de peito a colocar William na cara de Cristiano para o golo inaugural.
A equipa de José Couceiro foi lesta a reagir, chegando à igualdade aos 16`na conversão de uma grande penalidade muito contestada pelos jogadores locais. Os setubalenses beneficiaram de um canto com Jefferson e Vasco Fernandes a disputarem a bola e o Juiz de Leiria a entender que existiu infracção do transmontano, o que acabou por ser confirmado pelo VAR.
Este golo deu ânimo aos sadinos e perturbou os locais. Aos 20` a equipa do Vitória de Setúbal teve uma boa oportunidade mas o remate de João Teixeira esbarrou na defesa de António Filipe.
De resto, até ao intervalo o jogo não teve grandes motivos de interesse com muita luta mas pouca intensidade e de qualidade abaixo do que as equipas podem apresentar.
Os transmontanos queriam regressar aos triunfos e reentraram no encontro a muito bom nível, não deixando os sadinos terem o controlo como tiveram na etapa inicial.
Ao 50`o golo rondou a baliza de Cristiano mas o remate de Davidson não tinhas as coordenadas certas. Um minuto volvido os protagonistas do golo inaugural voltaram a entrar em acção. Matheus Pereira descobre Davison sobre a esquerda que invade a área e serve William para finalizar. Flavienses
O Setúbal foi à procura de nova igualdade mas seriam os transmontanos a estarem muito perto do golo quando Davidson lançado por Matheus Pereira disparou para grande defesa do guarda-redes adversário, evitando o terceiro dos flavienses.
Nos derradeiros vinte minutos, os sadinos jogaram no seu meio-campo ofensivo, embora sem criarem grandes situações de perigo. Um remate de Nuno Pinto (73`) a obrigar António Filipe a defender para canto foi o lance mais perigoso.
Para lá de período de compensação concedido, Tomás Podstawski obrigou António Filipe fazer uma grande defesa para canto, do qual surgiria o golo da igualdade.
O leiriense António Nobre teve duas decisões controversas: Uma grande penalidade muito discutível e prolongou o tempo para lá do período de compensação concedido sem razões para tal, acabando por prejudicar os transmontanos.



