Quando se realiza um funeral para o cemitério municipal de Mesão Frio, à passagem do cortejo fúnebre, o trânsito na estrada nacional tem de ser cortado. Esta realidade, aliada à falta de espaço para acolher sepulturas, está a preocupar o Município local que tenta encontrar soluções para ultrapassar esta situação.
O presidente da Câmara de Mesão Frio, Alberto Pereira, deixou, ao Nosso Jornal, algumas queixas. “É lamentável que em pleno séc. XXI se tenha que parar o trânsito, numa estrada nacional, para a realização do funeral, porque não há alternativa. É um velho problema no concelho, para o qual urge encontrar uma solução. É necessário construir um parque de apoio e alargar o cemitério. É uma intervenção prioritária para dar dignidade a um momento tão doloroso para as famílias. O cemitério tem já pouco espaço para se sepultar os corpos, por isso é urgente fazer um alargamento”.
O cemitério municipal é um dos mais antigos da região, só que o aumento da população contribuiu para a lotação do local. Alberto Pereira garantiu que a autarquia já adquiriu um terreno anexo ao cemitério e que a obra já estava em fase de aprovação na Comunidade Intermunicipal do Douro, CIMDOURO, no entanto, adiantou que “as verbas destinadas à obra foram retiradas”. Apesar deste contratempo, a edilidade promete não baixar os braços. “O projecto caiu e agora a Câmara tem de resolver esta situação”.




