Investigadores da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), no âmbito do projeto “GoVespa”, estão a estudar a aplicação de novas tecnologias que permitam seguir o voo das vespas até ao ninho, a fim de monitorizá-lo, avaliando a melhor forma de o destruir assim como as dinâmicas das vespas na zona envolvente.
Segundo José Aranha, docente e investigador do departamento de Ciências Florestais e Arquitetura Paisagista da UTAD, é fundamental apanhar as vespas rainhas no início da primavera, de modo a que não criem colónias e não se dispersem.
Contudo, a deteção dos ninhos nem sempre é tarefa fácil, devido ao local onde se encontram. “Alguns podem localizar-se em árvores baixas ou em telhados, sendo por isso
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