Vila Real“GoVespa” utiliza novas tecnologias para combater a vespa asiática

“GoVespa” utiliza novas tecnologias para combater a vespa asiática

A crescente proliferação de ninhos de vespas velutinas em Portugal está a preocupar seriamente a comunidade científica, que procura, por todos os meios, as melhores soluções para travar a ameaça desta praga, que põe em causa a sobrevivência da apicultura e a vida humana.

Investigadores da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), no âmbito do projeto “GoVespa”, estão a estudar a aplicação de novas tecnologias que permitam seguir o voo das vespas até ao ninho, a fim de monitorizá-lo, avaliando a melhor forma de o destruir assim como as dinâmicas das vespas na zona envolvente.

Segundo José Aranha, docente e investigador do departamento de Ciências Florestais e Arquitetura Paisagista da UTAD, é fundamental apanhar as vespas rainhas no início da primavera, de modo a que não criem colónias e não se dispersem.

Contudo, a deteção dos ninhos nem sempre é tarefa fácil, devido ao local onde se encontram. “Alguns podem localizar-se em árvores baixas ou em telhados, sendo por isso

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