Nós portugueses, que neste momento estamos confrontados com desafios tão difíceis, temos que interiorizar este lema e o seu significado mais profundo. É certo que o que está a ser exigido aos portugueses é muito duro, principalmente para aqueles que têm menos recursos. Embora todos saibamos que o atoleiro em que se encontra o país não deixa outra alternativa que não seja o cumprimento do programa da troika, há que ajudar os mais carenciados, através de medidas de proteção social que, governo, instituições de solidariedade social, sociedade civil, igreja, misericórdias, etc., vão começando, ainda que com alguma timidez, a implementar.
Algumas reformas anunciadas são especialmente penalizadoras para o interior do país que já vinha conhecendo
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