Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2021
© Arquivo VTM

Greve da Função Pública com algum impacto nas escolas flavienses

A paralisação convocada pela Frente Comum, afeta à CGTP, para esta sexta-feira fez-se notar em algumas escolas de Chaves, ainda que com consequências e realidades bem diferentes. O Centro Escolar de Santa Cruz Trindade foi o único a encerrar portas

-PUB-

Segundo Gil Alvar, diretor do Agrupamento de Escolas Dr. Júlio Martins, “não foi possível assegurar as atividades letivas e o devido acompanhamento aos alunos no Centro Escolar do Agrupamento, pelo que este teve de ser encerrado. As restantes escolas funcionaram normalmente”.

Já no Agrupamento de Escolas Fernão de Magalhães, segundo Dora Serra, docente e membro da direção, “o dia decorreu dentro da normalidade. Não tivemos professores a fazer greve. Tivemos, sim, alguns funcionários em greve no Liceu, mas os que estavam presentes asseguraram o normal funcionamento da escola”.

Na Escola Básica e Jardim de Infância de Vidago, segundo Rui Marques, subdiretor do Agrupamento de Escolas Fernão de Magalhães, “não houve ninguém a fazer greve, pelo que esta não se fez sentir”. No Agrupamento Dr. António Granjo as aulas também decorreram normalmente.

A greve desta sexta-feira terá encerrado cerca de 95% das escolas do país. Além disto, segundo Mário Nogueira, “foi provavelmente a greve da Administração Pública que encerrou mais escolas”, afirmou o dirigente da FENPROF, à Lusa, num balanço a meio da manhã.

A greve da função pública, marcada para hoje pela Frente Comum, começou durante a noite nos hospitais e nos serviços de recolha de lixo, onde os turnos se iniciaram às 23h00 e às 22h00, respetivamente.

-PUB-

APOIE O NOSSO TRABALHO. APOIE O JORNALISMO DE PROXIMIDADE.

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo regional e de proximidade. O acesso à maioria das notícias da VTM (ainda) é livre, mas não é gratuito, o jornalismo custa dinheiro e exige investimento. Esta contribuição é uma forma de apoiar de forma direta A Voz de Trás-os-Montes e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente e de proximidade, mas não só. É continuar a informar apesar de todas as contingências do confinamento, sem termos parado um único dia.

Contribua com um donativo!

Mais lidas

A Imprensa livre é um dos pilares da democracia

Nota da Administração do Jornal A Voz de Trás-os-Montes

Subscreva a newsletter

Para estar atualizado(a) com as notícias mais relevantes da região.