Na origem da greve esteve a exigência de que nove anos, quatro meses e dois dias de trabalho fossem contabilizados na progressão da carreira, bem como as questões relacionadas com a carga horária e os contratos precários. A maior incidência da greve foi sobretudo nas escolas de primeiro ciclo e pré-escolar, não só na cidade de Vila Real, como também em toda a região transmontana.
De acordo com os dados disponibilizados pelo Sindicato dos Professores do Norte, só na cidade vila-realense, o Agrupamento de Escolas Morgado Mateus registou uma adesão superior a 50 por cento, a Escola S/3 de S. Pedro, 30 por cento, a Camilo Castelo Branco cerca de 11 por cento e o Agrupamento
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