Pior ainda: o golpe militar partiu de alguns daqueles que tinham o posto de capitão. Daí para cima – aos oficiais superiores e generais – já ninguém lhes barrava os caminhos da progressão. Mas era urgente vagar o número de lugares para os novos. Havia, porém, para aos tenentes e capitães de carreira um obstáculo muito difícil de transpor: a Academia não formava o número suficiente de oficiais que saíam como alferes, eram promovidos à pressa a tenentes e estes, após prepararem a companhia que iriam comandar na Guiné, em Angola, Moçambique ou Timor, já abalavam com os galões de capitão. De técnicas de guerra talvez nem soubessem tanto como os alferes milicianos que regressavam
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