“De acordo com dados oficiais, nos últimos dez anos, e até ao fim de junho, houve uma diminuição de 66% no número de ocorrências e menos 74% de área ardida”, indicou o comandante, acrescentando que “é isto que precisamos e tem muito a ver com o comportamento das pessoas”.
Ainda assim, “continuam a existir muitos incêndios de dolo (16%) e por negligência, ou seja, por má utilização do fogo”, explica Álvaro Ribeiro que aproveitou o momento para alertar as pessoas para a chegada das altas temperaturas e, com isso, “o acumular de securas de combustíveis”, que levam muitos cidadãos “a queimar os sobrantes, algo que não devem fazer, porque basta uma pequena corrente de ar para
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