O mundo enferma de precipitações, aleivosias, inconsequências e, mesmo, atitudes demenciais resultantes também de violações do estatuto de rigor a que as formas de comunicação (e não só os órgãos de comunicação mas também estes) deveriam cingir-se.
O jornalismo também está doente. O dinheiro está a miná-lo, sobretudo a partir do momento em que os jornais, a rádio, a televisão e outras formas comunicativas (com relevo para a internet) pertencem a grandes grupos económicos que, aos poucos, os asfixiam com interesses nem sempre claros. Com abundância de “estagiários” ainda não preparados e já “lançados às feras”, avançando nas ruas, aos gritos, atrás de um possível “entrevistado” que lhes vira as costas, mesmo assim insistindo na incomodativa
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