Completaram-se, há pouco, no dia vinte do corrente mês de Maio, 730 anos sobre a morte de um dos maiores cientistas e filósofos do séc. XIII, o nosso compatriota e nome inesquecível da História da Igreja e da História da Cultura Europeia: Pedro Hispano, de seu nome próprio; João XXI, como Papa.
É por ele ter sido tão grande que eu lamento que contemporâneos nossos o desconheçam, não só como Pontifex Maximus de Roma, mas, até, como figura cimeira da Cultura de uma época feita da ansiosa busca filosófica de uma Verdade em que se tentava dominar temas tão complexos como o ainda não resolvido “Origem da Alma”.
Mas foi este homem que, nascido na nossa Lisboa
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