Começou “a escrever poemas nas aulas de Português” e era “elogiada pelo que escrevia”.
Escrever passou a fazer parte do dia a dia da jovem, que via na escrita “a melhor forma de expressar sentimentos e/ou pensamentos” que lhe “embrenhavam a alma”. Maria Alves admite que “não era habitual uma criança escrever tanto”, mas não se “sentia diferente por isso”. “Não deixei de ser criança por escrever. Talvez só aproveitasse uma parte do tempo ligeiramente fora do limiar habitual da infância”, revelou.
Gosta de “escrever sobre o amor, sobre a vida e sobre algo” que a inspire “num dado momento”, mas confessa que “escrever sobre o amor dá asas para sonhar e libertar a pressão que às
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