Em comunicado à imprensa, a Câmara Municipal e a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Lamego irão promover “várias iniciativas” para sensibilizar a população para o que consideram ser “um dos maiores flagelos da nossa sociedade”.
O autarca Ângelo Moura afirma que “esta iniciativa reveste-se de extrema relevância” e que quiseram que o laço azul “fosse instalado num local emblemático da cidade” para reforçar a sensibilização.
Em colaboração com a CPCJ, o objetivo é “despertar a consciência da comunidade” para a prática de uma “parentalidade segura e positiva” e de que maneiras poderão contribuir para a “prevenção de maus-tratos infantis e juvenis”.
Com o lema “Serei o que me deres…que seja amor”, Ângelo Moura refere ainda que “[é] importante que se continuem a desenvolver este tipo de acções [sic]”. Para tal, avisam que já se encontram agendadas várias iniciativas deste projeto.
Laço Azul
Implementada em 1989, esta campanha nasceu na cidade americana da Virgínia quando uma avó atou uma fita azul à antena do seu automóvel, para que as pessoas se questionassem sobre o motivo da mesma. Foi assim que contou a sua história: os seus netos tinham sido vítimas de maus-tratos constantes por parte dos pais. Como a avó não queria que o problema persistisse e fosse esquecido, criou este movimento do laço azul que simbolizava a cor das nódoas negras que marcavam os seus netos.



