O domingo soalheiro convida a que todos se juntem no muro do centro de convívio de Gimonde. Começam a ouvir-se os primeiros versos das mulheres cantadeiras: “Solteirinha não te cases, honra bem a tua vida. Eu sei de uma casadinha que chora arrependida”. E se uns versos se seguem a outros direitinhos, há cantigas que custam a recordar, e então surgem o “não era assim…mas bote lá…ah, que já se me esqueceu tudo! É que em tempos andávamos de volta do povo, ora na malha e cegada, e cantávamos mais de um cento!”. Depois nova modinha, a do “Tu bem sabias malvado que amavas outra no coração”, e os versos surgem, uns puxados pelos outros
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