Há cerca de um mês o projeto começou a ser implementado e já se tem revelado um precioso instrumento de proximidade entre o utente e esta instituição social da Cumieira. Nesta fase embrionária, o projeto de teleassistência integra quatro pessoas da Cumieira, três de Bertelo e igual número no lugar da Veiga.
O equipamento é constituído por uma pulseira com um botão vermelho para ser acionado pelo utente e um pequeno dispositivo que permite o acesso à linha telefónica. Com este serviço, os utentes têm a possibilidade de assistência médica urgente, acompanhamento permanente em caso de urgência médica, contato permanente com a instituição ou call center, e até aconselhamento médico telefónico. “A teleassistência traz aos nossos utentes um novo serviço de apoio numa bivalência, uma assistencial de emergência médica, outra de comunicabilidade, uma vez que alguns dos nossos utentes, situados em aldeias mais afastadas, utilizam o equipamento para trocar impressões”, contou, ao Nosso Jornal, a diretora técnica desta unidade de apoio social, Alexandra Marta.
Uma outra vantagem está no facto do clínico ter de imediato acesso a todo o processo do doente, em caso de uma emergência médica. Com um atendimento 365 dias/ano, 24 horas/dia, a teleassistência é uma iniciativa que deverá continuar para além de outubro. “Para já, a reação dos nossos utentes tem sido muito positiva, e julgo que vamos aderir de uma forma definitiva ao projeto, que nesta fase é gratuito para os seus utilizadores, mas que no futuro terá um custo mensal simbólico de 7 euros”, sublinhou Alexandra Marta.
O processo de utilização deste meio é simples, já que a chamada do utente será atendida por um profissional que depois acionará o meio de socorro mais adequado. Caso se justifique, o auxílio pode ser complementado até com o envio de um médico a casa ou alerta do INEM, nos casos de maior gravidade.






