Da primeira reunião, com o presidente da NERVIR, o deputado aponta que a reprogramação, que está a ser feita pelo Governo, do atual quadro deve assentar em medidas que facilitem o acesso a fundos comunitários pelas empresas, sobretudo, as do interior. Luís Ramos salienta que tem havido “algum desequilíbrio” na distribuição e no acesso às verbas europeias no que diz respeito aos investimentos públicos e privados, referindo que “de 20 dos projetos mais importantes, 19 são de investimento público”, pelo que importa “potenciar medidas favoráveis ao crescimento das empresas nestes territórios de baixa densidade”.
No que diz respeito ao futuro, o deputado do PSD confessa que a principal preocupação é “poder haver menos dinheiro” do que
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