Tratou-se de um colóquio sobre língua portuguesa e relações lusófonas e enquadrou-se numa perspetiva que o Instituto Politécnico de Bragança tem valorizado, a da internacionalização. “O IPB é hoje dos politécnicos o que mais alunos internacionais recebe e muitos são alunos dos países da lusofonia e toda esta dinâmica de fazer de Bragança um espaço de reflexão sobre o mundo lusófono e a sua complexidade conduziu-nos à realização deste encontro”, explicou Carlos Teixeira, docente da Escola Superior de Educação de Bragança e responsável pela organização do evento.
O docente acrescentou ainda que o IPB é inovador na criação de um curso único a nível nacional. Trata-se de uma licenciatura de relações lusófonas e língua portuguesa, criado há dois anos, frequentado maioritariamente por alunos oriundos de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, chineses e alguns portugueses. “O curso tem cerca de 20 entradas anuais. Neste formato é um curso único em Portugal, pois tem dois troncos de entrada separados, uma para falantes de língua portuguesa e outro para não falantes, que se
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