Escrevo esta última crónica do ano numa tarde de sol, com muito frio climatérico e muita tristeza na alma de muitos jovens e velhos. Pessoalmente, nada tenho a apontar ao ano que agora termina. Pelo contrário: parece ter-me deixado uma profunda depressão que me perseguia desde 1994. E a saúde é aquilo que de mais valioso se pode ter na vida. Ora, a saúde precisa de todos os cuidados e esses cuidados devem ser garantidos pela sociedade. O que se viu, em 2006, foi um vendaval de profundas alterações, na área da Saúde, que talvez possa trazer economia ao Orçamento Geral do Estado, a médio e a longo prazo, mas que, no imediato, transtorna velhos
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