“Antigamente não havia nada disto e vivia-se na mesma” – dizia o meu avô, finado aos noventa, sem nunca acreditar que homem ou bicho algum dia pusesse pata na Lua. Já no tempo dele se levantavam queixas contra a “civilização” desenfreada e as modernices que a ciência galopante paria. “Exageros conservadores” – dirão alguns (e serão). Contudo, há que reconhecer que o homem de hoje anda perseguido por monstros, resultantes de palavrões que a modernidade nos atirou janela dentro, sem pedir licença. E se é um facto que Ciência evoluiu, descobrindo cura para moléstias e solução para muito imbróglio, também é certo que nos arreliou a vida com uma colecção imensa de monstruosidades verbais que
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