De tal forma que pode levar a pensar que afinal governar até é fácil, e que os governos anteriores, designadamente o último, foram verdadeiramente ineptos, pois levaram anos a construir, o que agora se consegue destruir “em menos de um fósforo”. Vale a pena exemplificar, para se perceber a bondade, ou eventualmente, a irresponsabilidade desta forma de legislar.
Os aumentos de salários e pensões, são bem-vindos, naturalmente, e todos aplaudimos. Fica-se sem saber porém, se há cobertura orçamental para os processar. Quanto ao salário mínimo, cujo consenso na concertação social não parece ter existido, é mais relevante o seu impacto na economia privada, nas empresas, não tendo sido explicadas, as consequências no emprego, relativamente às empresas
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