A social-democrata explica que a unidade de saúde está sem este aparelho desde fevereiro, altura em que avariou, e adianta que o mesmo não foi, até à data, substituído por um desfibrilador que pudesse assumir as mesmas funções, o que coloca “em risco” a vida dos cidadãos.
“O desfibrilador manual, com funções de desfibrilação, cardioversão elétrica, pacemaker externo, monitorização cardíaca e fazer imprimir eletrocardiograma, existente no CS que avariou foi substituído por um DAE – desfibrilador automático externo que tem apenas a função de desfibrilação em situação cardíaca, ficando desta forma os cidadãos da região em situação de muito maior risco, podendo inclusive correr risco de vida”.
Perante esta situação, Manuela Tender deixa bem claro que em
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