Sábado, 12 de Junho de 2021

Marcelo Rebelo de Sousa apela “a um reforço da coesão social”

Na sua mensagem de Natal, o presidente da República apela a um “consenso alargado” e ao “reforço da coesão social” para enfrentar a pandemia económica e social que irá dominar 2021.

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Na mensagem de Natal, divulgada através do Jornal de Notícias, Marcelo Rebelo de Sousa fala dos desafios que o país tem vivido e os que terá de enfrentar em 2021, afirmando que “há e deve haver um outro olhar para o Natal de 2020”, o que implica uma visão de médio prazo.

“O Natal de 2020 é vivido com duas pandemias simultâneas e com dramática vivência de agravados fossos sociais. E esta junção de crises converte este Natal num terreno nunca experimentado”, sublinha, acrescentando que “o mais urgente é olhar para o Natal de 2020 com uma visão de prazo mais curto – evitar que ele crie condições objetivas para um arranque negativo ou muito negativo de 2021”.

“Tudo o que pudermos fazer para acautelar as semanas e os meses mais próximos, deve ser feito”, defende.

Para o chefe de Estado, “o consenso alargado para criar condições para um melhor arranque de 2021, em termos de pandemia sanitária, deve estender-se ao que vão ainda ser meses de surto e sua prevenção, enquanto a vacinação avança”, assim como se deve estender “à preocupação com a pandemia económica e social que irá dominar 2021, em especial quando a pandemia sanitária se for esbatendo”.

“Consenso alargado, estabilidade, reforço da coesão social, existência de referenciais de confiança. Eis o que o Natal de 2020 exige de todos nós, portugueses, continua a exigir agora e continuará a exigir por mais algum tempo”, sublinha, na mensagem.

Marcelo Rebelo de Sousa lembra que, desde março, o país tem demonstrado estar à altura de tal exigência: “Não iremos esmorecer, nestes dias, por entre a alegria responsável do reencontro e a redescoberta do valor da esperança na resistência às dificuldades”.

“Já percorremos tanto caminho juntos e com inabalável determinação, que nada poderá levar-nos a deitar a perder o realizado”, sublinha.

 

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