“Uma tradição ancestral e uma marca identitária da região do Douro”. Estas são algumas das caraterísticas da máscara de Lazarim, que a câmara de Lamego quer que seja reconhecida com a chancela de património mundial da UNESCO.
Para isso, o presidente da autarquia, Ângelo Moura, anunciou que vão iniciar de imediato o processo de candidatura, de forma a que seja preservado este saber ancestral para as gerações futuras. “Este é o dia D, ou seja, o primeiro de um longo percurso. O primeiro passo será inscrever a máscara de Lazarim no inventário nacional cultural imaterial, para depois poder dar continuidade à candidatura à UNESCO”, revela, adiantando que, numa primeira fase, será criado um grupo de
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