Em declarações à VTM, o investigador explicou o material utilizado são fibras de resíduos da videira, que têm a particularidade de ter uma superfície com PH elevado. “Ou seja, são alcalinas e têm a capacidade de destruir a cápsula do coronavírus e impedir que ele se fique ativo nas pessoas”.
Adiantou ainda que se vivêssemos num “mundo de sabão”, no sentido figurado, o coronavírus iria acabar por desaparecer, “porque nós próprios, ao tocar na superfície desses objetos estamos a desinfetar as mãos. Portanto, a máscara surge dentro deste conceito”. No entanto, como o PH alcalino pode prejudicar a pele, o investigador garante que a parte interior “tem um PH neutro que não prejudica a pessoa que
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