Esta tradição é realizada pelo oitavo ano consecutivo, no fim de semana depois da Páscoa, onde dezenas de pessoas, da freguesia e também de outras localidades, se juntam na criação de uma “obra de arte” com símbolos religiosos desenhados ao longo do percurso, que terá mais de 800 metros.
Durante toda esta semana, os voluntários tentam arranjar as flores, que são sobretudo da época, como as camélias, lírios, rosas, magnólias, malmequeres, que se juntam, com musgo, urze, carqueja, rosmaninho, giesta, relva, serrim, e outros materiais, de forma a fazer um belo tapete, por onde passará no domingo de manhã a procissão que se forma depois da missa em honra de Nª Senhora dos Prazeres que é celebrada no Palácio de Mateus.
Esta é ainda uma iniciativa que pretende recordar “velhos tempos”, onde as pessoas iam à missa e no final ficavam sentadas nos bancos a conversar e a merendar, num convívio que agora se pretende recriar.




