destruição é bem visível, com as videiras a ficarem reduzidas a paus, sem qualquer folha ou fruto. As perdas são quase totais, como nos confirmou Humberto Costa, técnico agrícola do Centro de Gestão de Murça, que esteve no terreno a avaliar os estragos causados pela tempestade de granizo. “Os agricultores estão com prejuízos na ordem dos 100 por cento, numa área de cinco quilómetros”, afirmou o técnico, que esteve a aconselhar os viticultores para tentarem minimizar os estragos.
Visivelmente afetada ao ver o trabalho de um ano totalmente destruído, Nazaré Boal estava em casa na altura em que o granizo começou a cair intensamente. “Foi tudo muito rápido. Numa fração de segundos, a chuva deu lugar
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