A medalha atribuída ao Presidente da Câmara, ainda em exercício, a 15 meses do termo do seu quarto mandato apenas merece um reparo: ser votada por unanimidade e com ele presente, na reunião de Câmara de 9 de julho. É hábito não participar em atos políticos em que se avaliem atos pessoais. Era o caso. Foi exceção e mancha a regra, tanto mais que essa unanimidade dos presentes poderia ser igual: desde que o próprio se tivesse ausentado por instantes. E o que se fez agora poderia ser feito, talvez com menos reparos, perto da conclusão do mandato. Certamente que vão acontecer dezenas, quiçá centenas, entre autarcas que cumpriram com evidente sucesso, justiça e isenção,
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