A escola contou, ao longo do fim de semana, com cerca de 30 alunos, nomeadamente empresários e investigadores, que procuraram saber quais as artérias fundamentais para fazerem despertar o Douro e construir o futuro de uma região mais desenvolvida.
“A Mini-Escola tem como objetivo debater, refletir e pesquisar sobre as práticas e ideias de inovação sustentável para o território”, explica Teresa Albuquerque, da direção da fundação.
Ao longo das “aulas”, os vários participantes tiveram a oportunidade de estabelecer determinados pontos de atração ou valorização do território na perspetiva dos diferentes agentes envolvidos, de forma a criar um conjunto de pirâmides de valor da região do Douro, associado à criatividade e à inovação, como explicou à VTM, Afons
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