Mondinense 0 | 7 Paços Ferreira

Encontro que marcava a estreia do Mondinense no Nacional de Juniores. No entanto, este encontro ficou marcado por um caso insólito, pois o seu técnico não se pode sentar no banco, uma vez que houve um esquecimento e não foi inscrito. Assim sendo foi obrigado a orientar a equipa da bancada. Uma falha lamentável.

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Mas, vamos ao jogo. A turma da casa entrou um pouco nervosa e o seu último reduto cometeu alguns erros. Aos 4’, os pacenses inauguraram o marcador, com o guarda-redes Castro a sair da baliza e Cristian aproveitou para fazer um lindo “chapéu” e colocar o esférico no fundo das malhas. Os pacenses subiram os seus indíces de confiança, com os locais a não baixarem os braços e aproveitavam o contra- -ataque para criar algum perigo, já que a equipa visitante tinha maior posse de bola. Aos 23’, o Paços eleva a contagem, com Chiquinho a cobrar um pontapé de canto, o esférico no coração da área e Anselmo de cabeça a “fuzilar” Castro. Aos 26’, a sorte nada quis com os de Basto, Joel cabeceia ao poste, após uma boa jogada de ataque. Na jogada seguinte, o guarda-redes pacense tenta aliviar o esférico que bate em Joel, mas a bola sai ao lado do poste direito. Quem não marca, acaba por sofrer e, aos 38’, após jogada de ataque dos pacenses, Eduardo desvia o esférico para dentro da sua própria baliza. Volvidos dois minutos, boa jogada de Cristian, culminada com um passe primoroso para Anselmo que enche o pé e remata para novo golo. Começava a cheirar a goleada. O primeiro tempo terminou com os pacenses com uma vantagem confortável, no entanto, parece-nos um pouco exagerada.

A segunda metade, o Mondinense entrou melhor, com o recém-entrado Diogo Tapado a obrigar Luís a boa intervenção. Na resposta, Santos esteve à beira de “engordar” o marcador com um “chapéu”, mas o esférico saiu sobre a barra. Aos 55’, Celorico é lançado na esquerda do seu ataque, entra na área, remata cruzado, Castro ainda toca no esférico, mas este só parou no fundo das malhas. No espaço de um minuto, o guardião Castro é obrigado a duas boas intervenções, negando assim dois golos ao conjunto adversário. Aos 70’, Sousa, na marcação de um livre directo, elevou a contagem. Até ao final, o Mondinense tentou sempre o tento de honra, mas não o conseguiu.

Em período de compensação, Santos colocou a marca final em 0-7.

No cômputo geral, venceu a formação mais experiente. Mesmo saindo vergado ao peso de uma goleada, o Mondinense irá dar a volta, há que dar tempo ao tempo, e corrigir o que está a correr mal.

Boa arbitragem.

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