Advogamos a globalidade e o fim das divisões que as fronteiras estabelecem, mas achamos necessidade em repô-las, face ao incremento das ameaças do terrorismo, um novo tipo de guerra que surge a cada instante e em cada lugar. Achamos que as pessoas e as famílias devem ter condições essenciais para a sua salvaguarda, mas as fontes de riqueza e de valorização desequilibram-se em favor de uma mais diminuta parcela da sociedade, desfavorecendo a maioria. Em suma, as filosofias do presente continuam a advogar os conceitos que a Revolução Francesa nos deixou (Liberdade, Igualdade, Fraternidade) e a Democracia que os gregos “inventaram”, no entanto criam-se células sociais para as quais essas noções só se aplicam em
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