Os números são relativos a 2017 e foram avançados pela publicação “Norte Estrutura”, da responsabilidade da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N). “A oferta de mão-de-obra cresceu pela primeira vez desde 2010, refletindo sobretudo o aumento das taxas de atividade entre os 45 e os 64 anos, em particular entre a população feminina”, revela o documento.
Note-se ainda que em 2017 a mão-de-obra feminina cresceu 2,7 por cento, o que representa mais 25 mil mulheres ativas do que no ano anterior.
Em sentido contrário está a população ativa masculina residente na região, que diminuiu ligeiramente em 2017.
O emprego na Região do Norte cresceu em 2017 acima da média nacional, e alcançou,
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