Em comunicado, a autarquia de Vila Pouca de Aguiar denunciou o caso, dando conta de que a Administração Regional de Saúde do (ARS) Norte teve conhecimento da situação, referindo que apenas “em junho” é que a ausência da médica pode ser colmatada.
Inconformado com esta situação, na terça-feira, Alberto Machado, presidente da autarquia de Vila Pouca de Aguiar, adiantou à agência Lusa que o município “vai substituir-se ao Estado”, suportando as despesas atinentes ao médico com especialidade em medicina geral e familiar.
“Inconformados com o longo período para a recolocação de médico, perfazendo mais de 6 meses, e sabendo que estamos perante uma população bastante envelhecida, com limitações de mobilidade, foram de imediato encetadas diligências no sentido
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