Em 2013, quando assumiu a reitoria encontrou a universidade num momento difícil.
Era o momento da Troi‑ka, o país atravessava fortes dificuldades. Na UTAD, para além das dificuldades financeiras, havia um clima de grande desmotivação, mas a universidade soube unir-se e começou uma trajetória muito positiva, em que conseguimos dar uma imagem de credibilidade para o exterior, e isso foi uma das questões que mais me motivou.
Depois, era preciso trabalhar a agenda externa, dar visibilidade à universidade e colocá-la ao serviço da região. E esse crescimento resultou em alguma visibilidade nacional, que acabou por ser traduzida na minha eleição para presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) e outros cargos de dimensão nacional e
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