Mário Lisboa

Carvalho Araújo


Em fevereiro de 1967, após uma comissão de serviço em Moçambique, fomos colocados na Base Aérea das Lages, Ilha Terceira, Açores.

De facto, a Ilha Terceira, com o seu sossego e tranquilidade, marcou em nós o gosto pelo “modus vivendi” dos Açores e da sua cultura. Deste modo, sete anos de presença nesta ilha fizeram com que nos interessássemos

 

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