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PS apresenta candidatos a 17 freguesias

Em Justes/São Tomé do Castelo,  Lordelo e Arroios, os socialistas  apoiam candidaturas independentes.
 


O Partido Socialista (PS) formalizou a entrega no tribunal das listas à Câmara Municipal, à Assembleia Municipal e a 17 Juntas de Freguesia, já que nas restantes três freguesias a candidatura será apoiada por listas independentes.

Em comunicado, o PS revela que conseguiu reunir “excelentes equipas”, que corporizam o projeto autárquico que será sufragado pelos vila-realenses. “No total serão apresentados 665 nomes de mulheres e homens empenhados em fazer Avançar Vila Real, um conjunto de pessoas constituído por militantes do PS e por muitos independentes. Para além destes, cerca de três mil cidadãos assinaram uma declaração de apoio, manifestando assim o seu apoio público à equipa”. 

Esta candidatura representa “muito mais do que apenas um partido político, procurando afirmar-se como um amplo movimento de cidadania”, em prol de Vila Real. Essa visão abrangente sobre a política autárquica levou, inclusivamente, a que que nas freguesias de Arroios, Lordelo e UF São Tomé do Castelo e Justes, a candidatura do PS fosse apoiada por listas de movimentos independentes de cidadãos. A aprovação das listas agora entregues em tribunal aconteceu no sábado, em Comissão Política Concelhia do PS, tendo recebido a unanimidade do apoio daquele órgão.

Relativamente à lista candidata à Câmara Municipal, a mesma será encabeçada pelo atual presidente da autarquia, Rui Santos, mantendo-se inalterada a constituição da equipa candidata à Vereação. Todos os nove elementos efetivos desta lista serão exatamente os mesmos que se candidataram em 2013. Já na lista candidata à Assembleia Municipal mantém-se João Gaspar como candidato a presidente daquele órgão, sendo a restante lista constituída por elementos que transitam da candidatura de 2013, mas também por novos elementos. 

Nas juntas de freguesia todos os atuais presidentes eleitos pelo PS são recandidatos, à exceção da Freguesia de Guiães, por imposição da limitação de mandatos. Em qualquer caso, todos os candidatos às Juntas de Freguesia “são pessoas com provas dadas na sua vida pessoal, profissional e social, altamente motivadas para a dedicação à causa pública e à comunidade”.

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