Aida Sofia Lima

A arte, o dom de Deus o acreditar, e a dor que sai de cada um

Workshops dos artistas plásticos António Franchini e Roberto Chichorro proporcionaram aos alunos de Bragança uma viagem em jeito de conversa ilustrada pelo mundo da arte.


Sentados nas pequeninas cadeiras coloridas, que em alguns dias do ano recebem as crianças das escolas de Bragança, António Franchini e Roberto Chichorro aguardam os alunos que hão-de chegar em breve ao Centro de Arte Contemporânea Graça Morais. A sala é branca, muito branca, com apenas alguns desenhos que os mais novos deixaram nas paredes noutros tempos. Mas a conversa de espera tem cor, nem que seja a do Benfica, com Roberto Chichorro adepto fervoroso, ou o azul

 

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