LEANDRO COUTINHO

Vila Real cravou um marco na Europa

Portugal recebeu, pela primeira vez, o Europe Youth Top10 de ténis de mesa, e Vila Real ficou referenciado internacionalmente pelo acolhimento de excelência que proporcionou aos 40 atletas e respetivas comitivas.


Durante três dias, os praticantes desta modalidade disputaram várias partidas entre si e a qualidade técnica foi bastante apreciada pelos milhares de espectadores que se deslocaram ao Pavilhão dos Desportos, entre sexta-feira e domingo.

Atento, nas bancadas, o vice-presidente financeiro da Federação Portuguesa de Ténis de Mesa, Luís Garrett, não escondeu a sua satisfação na análise que fez aos três dias de provas. “Não é a primeira vez que a Federação realiza uma prova em Vila Real e, como sempre, está a correr tudo extremamente bem, quer dentro ou fora da área de jogo”, frisou. “A Associação de Vila Real é uma das associações que mais tem colaborado e que tem feito uma série de eventos nacionais e internacionais interessantes  no Norte do país. E nós, na Federação, estamos sempre disponíveis para colaborar”, fortaleceu a sua análise, destacando que “é sempre um prazer vir ao Norte e somos sempre muito bem-recebidos”.

As bancadas do pavilhão estiveram sempre “bem compostas” e a afluência foi sentida com agrado pela organização. Em competição estiveram 40 atletas oriundos de vários pontos da Europa, desde Rússia, Roménia ou Espanha.

Em cima da mesa já está um conjunto de iniciativas que a Federação Portuguesa quer levar a cabo. Em 2019, Portugal receberá o Campeonato Europeu de Jovens Sub21, que se realizará na cidade de Gondomar. Igualmente em 2019, os Campeonatos Ibero-Americanos de Ténis de Mesa terão uma organização “made in Portugal” e em 2020, também o Campeonato do Mundo de Juniores ficará da responsabilidade da Federação. Na calendarização também já está marcado o Campeonato Europeu Sénior para 2022.  

Durante o dia de sábado, dia 8, uma comitiva formada por vários membros da Federação e da Associação de Vila Real percorreram um percurso pelo Douro, desvendando as belas paisagens daquela que é a mais antiga região demarcada do mundo e classificada como Património da Humanidade desde 2001.

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